Imprimir esta página

Reposição Volêmica

Este tratamento é necessário quando o volume do sangue circulante não é suficiente para manutenção das funções sangue, como oxigenação e transporte e deve sempre procurar manter, de forma adequada, os parâmetros hemodinâmicos.

 

Na profilaxia e tratamento do choque hipovolêmico, normalmente a primeira medida a ser tomada é o restabelecimento do volume plasmático para garantir a manutenção da pressão arterial e do débito cardíaco.

 

A escolha do repositor de volume plasmático é um fator de extrema importância para a manutenção da macro e microcirculação. Dentre os repositores de volume, os colóides se destacam pela sua eficácia, sendo os sintéticos os mais econômicos e com ótima ação farmacológica.

 

Por mais de 30 anos a Fresenius Kabi vem pesquisando, desenvolvendo e produzindo colóides sintéticos para a reposição volêmica.

 

Neste grupo estão as gelatinas e os amidos. As soluções de gelatina são o colóide artificial há mais tempo utilizado como repositor de volume plasmático no mundo, os primeiros relatos de uso deste produto são de 1915. Os amidos são um pouco mais recentes. Desde que o primeiro amido foi registrado nos anos de 1970 nos Estados Unidos da América, várias gerações tem sido desenvolvidas.